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Novo álbum de Michael Kiwanuka chega às lojas a 25 de outubro

“Kiwanuka” será lançado no dia 25 de outubro. O álbum sucede a “Love & Hate”, lançado em 2016 e que conquistou o público e a crítica, valendo ao músico britânico a sua segunda nomeação para o Mercury Prize e a sua segunda e terceira nomeações para os BRIT Awards. Dele também foi retirado “Cold Little Heart”, o tema que sincronizou a série televisiva “Big Little Lies” e que é uma das canções mais tocadas em rádio atualmente em Portugal.

“Kiwanuka” foi gravado entre Nova Iorque, Los Angeles e Londres, tendo Michael voltado a trabalhar em estúdio com Danger Mouse e Inflo, a mesma equipa de produção com que trabalhou magnificentemente em “Love & Hate”. Em “Kiwanuka”, Michael encontra uma nova segurança na escrita, elevando a sonoridade do seu último disco para novos patamares.

Enquanto “Love & Hate” mostrou a proeza de Michael com uma guitarra, “Kiwanuka” mostra um gosto pela aventura musical. Questões que anteriormente tiveram um grande impacto estão de volta, ou seja, a confusão e o questionamento de Michael sobre a sua própria identidade, mas também sobre a esperança e o poder. O facto de Michael ter passado os últimos dois anos a escrever o álbum, ao mesmo tempo que descobriu um amor por documentar a sua vida por trás de uma lente, presta-se à sugestão de um artista que coloca a sua própria vida sob um microscópio.

Michael explica: “O último álbum veio de um lugar introspetivo e parecia terapia. Este é mais sobre sentir-me confortável em quem eu sou e questionar o que quero dizer. Por exemplo, como é que eu poderia ser ousado e desafiar-me a mim mesmo e ao ouvinte? É sobre autoaceitação de uma forma mais triunfante do que melancólica. É um álbum que explora o que significa ser um ser humano hoje.”

“Quando assinei pela primeira vez um contrato discográfico, as pessoas perguntavam-me: ‘Então, qual vai ser o teu nome artístico?’ E nunca pensei nisso; chamar-me Johnny Thunders ou o que seja, como os cantores de antigamente. Este álbum é, por isso, um desafio. Estou a envolver-me com quem eu sou e não vou ter um alter-ego, nem me vou tornar Sasha Fierce ou Ziggy Stardust, mesmo que todas as pessoas me digam que preciso de ser isto ou aquilo. Eu posso ser apenas o Michael Kiwanuka.”

O incrível artwork do álbum foi pintado pelo jovem emergente artista de Atlanta Markeidric Walker.

Michael apresentará as canções de “Kiwanuka” em digressão ao longo deste ano e do próximo.

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